Um dia desses mais um amigo chegando aos 30, provocou...
Escolhas?
Fiz certo?
Será que precisa ser isso OU aquillo,
mesmo sabendo que é isso E aquilo que me interessam,
por mais incoerente, intransigente ou/e inconveniente que isso pareça?
E a "geração Y" vem dizer o que com isso?
De nada adianta? será?
E cadê a "marca brasileira de ser" para Giusepe?
Cadê a riqueza e desafio do ser ambivalente?
Senão morto, lá, no canto...
Senão abandonada no meio do caminho.
Senão perdida nas escolhas doidas da vida.
Senão adiada, para uma outra hora, quem sabe?
Percebem em nós aquilo que talvez seja um dos nossos sofrimentos maiores.
Percebe?
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